+ Gelo Quente
Foi o que nos trouxeram os partidos da coligação, com o anuncio de que iam juntos mas separados às eleições. Eles são tão maus, tão maus, que nem uma decisão destas conseguem tomar com a necessária clareza! Pondo de parte o rídiculo de "no minuto seguinte à decisão do Sr. Presidente da República direi o que vai fazer o CDS/PP" pode analisar-se o seguinte deste acordo pré-pós-eleitoral:
- Foi o CDS/PP que não quis a coligação, uma vez que já tinhamos ouvido o PPD/PSD dizer que queriam uma "plataforma alargada".
-Os partidos chegaram à conclusão que conseguem mais deputados separados do que juntos (atendendo ao nosso método eleitoral por círculos e método de Hondt, imagine-se como isto anda mal!!!).
-Fica claro que a única coisa que ligava estes partidos era o poder, pois se não o conseguirem ficarão separados no Parlamento, até ao lento afastar permitir que se ataquem um ao outro (talvez daqui a dois meses, sem Santana).
-Fica portanto demonstrado que a coligação não era estável, e que a decisão de Sampaio foi acertada.
